
Sou
totalmente a favor do positivismo, de ver o melhor em cada um e de evitar
julgamentos infundados. No entanto, há pessoas que ultrapassam todos os limites
do aceitável e do tolerável e exercem a sua influência de forma não só
incorreta como prejudicial. Falemos do atual presidente dos Estados Unidos da
América.
É
inegável, trabalhou muito para chegar onde chegou, mas também teve de pisar os
calos de muita gente e destruir muitos sonhos e muitas carreiras. Considero-o,
assim como a maior parte da população minimamente atenta à atualidade mundial,
ridículo. Mas o mais chocante é que, apesar de todas as medidas absolutamente
estapafúrdias que prometeu tomar caso se tornasse presidente – e que até agora ou
não as cumpriu ou voltou com a sua palavra atrás- milhões de americanos votaram
para que esta caricatura de ser humano se tornasse seu representante e um dos
líderes mais poderosos do mundo.
Um
cargo de chefia -seja ele qual for- exige discrição e algum pudor e filtro em
relação aquilo que se expõe ao público em geral. É, por isso, impensável que o
chefe de Estado que representa uma potência mundial espalhe ameaças infantis e
notícias falsas numa rede social como o Twitter. Contudo, mais uma vez, foi
esta a personagem escolhida pelos Americanos.
Para
mim é triste. É triste que estejamos a caminhar para o precipício, guiados por
um fanático irresponsável. É triste que assuntos como a paz, a fome e a
conservação do único planeta que temos para viver tenham deixado de ser
assuntos relevantes e que guerras inúteis, que não são necessárias e que só
contribuem para gastar dinheiros públicos continuem na lista de prioridades.
Não é este o caminho do sucesso, da evolução nem de um mundo melhor, pelo contrário,
encontramo-nos a regredir em todos os aspetos e a ultrajar todo o trabalho revolucionário
do presidente Obama. Este continua a ser revolucionário, no entanto sem
benefícios.
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